Publicado por: Isabella Lubrano em: 23 maio, 2012
Mas que saudades de escrever aqui!
Minha agenda neste final de semestre está bastante complicada… Espero que até o final de junho as coisas fiquem mais tranquilas!
Estou tendo dificuldade de achar tempo até mesmo para ler Tia Julia e o Escrevinhador embora, como comentei aqui, seja uma leitura muito fácil e prazerosa.
Há um vídeo no YouTube (indicação do professor José Augusto, que me indicou o livro), que revela as repercussões do livro – autobiográfico – em que Mario Vargas Llosa descreve seu romance de anos com “tia” Julia, uma mulher mais velha meio aparentada com a família, quando ele tinha apenas 18 anos.
É muito interessante, mas pode parecer um pouco spoiler para os leitores mais sensíveis. Pense antes de dar play!
Publicado por: Isabella Lubrano em: 14 maio, 2012
Lembram dos prêmios do Baú da Felicidade?
Ler Antes de Morrer, fazendo as pessoas felizes desde maio de 2012. =D
Publicado por: Isabella Lubrano em: 9 maio, 2012
Minha leitura está meio lenta, mas já deu pra perceber que ela será extremamente prazerosa.
O livro é muito empolgante! E tão bem escrito que, como me falou o professor José Augusto (que me indicou esta obra), dá até inveja.
Ainda não coloquei uma sinopse aqui, então vou aproveitar a que está na contracapa da coleção de literatura Ibero-Americana da Folha de S. Paulo, cuja autoria é de Paulo Werneck:
Na Lima dos anos 1950, um jovem jornalista com aspirações literárias vive duas experiências determinantes.
A primeira é o contato com um mestre da ficção muito diferente de seus ídolos da literatura francesa: Pedro Camacho, o excêntrico autor das nove radionovelas que a rádio popular limenha transmite diariamente. A segunda experiência é o encontro de Varguitas, o narrador, com tia Júlia, a fascinante cunhada de um tio seu, num desafio aos tabus da conservadora sociedade peruana.
A escrevinhação de Camacho, tão estrambótico quanto seus personagens, abre os olhos do jovem contista para o território kitsch da narrativa popular latino-americana. Já os amores com tia Júlia – não apenas mais velha, mas também divorciada – põem o rapaz de 18 anos no caminho do refinado erotismo que marcaria sua obra.
A educação sentimental e o aprendizado da escrita do futuro Prêmio Nobel de Literatura estão entrelaçados neste romance autobiográfico de 1977, um dos mais bem construídos (e cômicos) das letras hispano-americanas.
Publicado por: Isabella Lubrano em: 6 maio, 2012
Parabéns, Esther!
Você foi o número 21 sorteado agora pouco pelo site http://www.random.org/ :
Eu simplesmente contei os “likes” de acordo com a ordem em que os curtidores aparecem no Facebook:
Espero que você curta a leitura!
E quanto aos outros… não se preocupe, haverá novas promoções!
Até mais…
Publicado por: Isabella Lubrano em: 6 maio, 2012
Publicado por: Isabella Lubrano em: 5 maio, 2012
Logo quando criei o blog, mais de um ano atrás, recebi de um ex professor de História uma sugestão de leitura: Tia Júlia e o Escrivinhador, do recém nobelizado escritor peruano Mario Vargas Llosa.
Vejam a mensagem:
Isabella:
Notem que, como bom professor, ele me corrigiu! hehehehehe.
Bom, demorou, mas eu nunca deixo as sugestões de lado!
Ainda mais quando a Folha de S. Paulo lança uma coleção de livros ibero americanos por 16 reais:
Eu ainda descobri que uma amiga minha, a Patricia, também está lendo este livro – e parece que é muito engraçado.
Então, vamos lá!
Publicado por: Isabella Lubrano em: 4 maio, 2012
Publicado por: Isabella Lubrano em: 1 maio, 2012
Publicado por: Isabella Lubrano em: 30 abril, 2012

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Publicado por: Isabella Lubrano em: 27 abril, 2012
É feriadão!
Separei uma leitura bem levinha e bem gostosa para esse primeiro de maio: A resposta, best seller da autora americana Kathlyn Stockett.
O que dizer desse livro?
Bom, em primeiro lugar, que ele tem três nomes, um mais diferente do que o outro: “A resposta”, na tradução brasileira; “The help” (a ajuda), no original em inglês; e “Histórias Cruzadas”, na adaptação para o cinema, que neste ano rendeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante a Octavia Spencer.

Acima, Octavia Spencer vencendo o Oscar pela atuação como a empregada doméstica no Minny no auge no segregacionismo norte-americano (2012)
A verdade é que comecei a leitura início da semana, mas não consegui nenhum tempinho para postar aqui… Pelo menos, ainda falta mais ou menos metade para dividir aqui com vocês.
Estou gostando bastante! É uma leitura fácil, daquelas em que os capítulos acabam nos momentos de maior suspense e a gente simplesmente não consegue largar.
A história é narrada em primeira pessoa pelas três protagonistas: as empregadas domésticas negras Aibeleen e Minny, que vivem no estado norte-americano de Mississipi nos anos 60, no auge do segregacionismo racial e da luta pelos direitos civis dos negros. As duas trabalham para famílias brancas como a de Skeeter, a terceira protagonista, uma jovem meio alienada que sonha em se tornar jornalista.
Quando volta da faculdade aos 22 anos de idade, Skeeter está louca para reencontrar Constantine, a criada negra que a criou e que ela ama como a uma mãe. O que encontra, no entanto, é uma cidade em pé de guerra contra o movimento integracionista, que está ganhando força graças da atuação de ativistas como o pastor Martin Luther King. E nada de Constantine.
O vazio provocado pelo sumiço (ou expulsão?) da babá querida e o desejo de escrever uma história que alavanque sua carreira leva Skeeter a tomar uma decisão arriscada: escrever um livro-denúncia sobre maus tratos e humilhações por que passam domésticas negras como Aibeleen e Minny.
É uma história emocionante, embora meio superficial – não dá pra entender muito bem, por exemplo, como uma moça mimada e alienada como a tal da Skeeter chega a tomar uma decisão tão engajada e corajosa. Não devia ser nada fácil denunciar os maus tratos contra os negros num lugar como o Sul dos Estados Unidos nos anos 60, uma região onde a KKK andava por aí livre leve e solta.
Mas enfim, acho que não era pra ser nenhuma tese de Sociologia, mesmo. Como livro de feriado, dá pra se divertir muito!
E é o que eu vou começar a fazer agora. Até mais.
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